terça-feira, 8 de maio de 2012

Pesquisa Individual - Operação Valquiria (página. 37, apostila volume 01)


A Operação Valquíria foi um atentado executado e fracassado, que aconteceu no dia 20 de julho de 1944, no quartel general secreto de Adolf Hitler, na Prússia Oriental, local chamado de "Toca do Lobo", wolfsschanze.
Segunda Guerra Mundial, a Alemanha vivia dias cruéis, o exército alemão tinha acabado de ser derrotado em Stalin grado, onde muitos soldados morreram. O Holocausto, crimes desumanos cometidos contra civis, faz com que um grupo de cerca de 500 oficiais do alto escalão Alemão trame uma conspiração para matar o líder nazista Adolf Hitler.
O principal objetivo do grupo de conspiradores, era matar Hitler e por fim ao regime nazista.
O Conde de Stauffenberg era a pessoa perfeita para levar a bomba que explodiria à toca do lobo. Pois gozava de toda a confiança de Hitler, que apesar de temer um atentado, nunca imaginou que pudesse partir de um de seus homens de confiança.

A Estratégia da Operação Valquíria
O atentado previa a explosão de duas bombas na sala de reunião secreta, onde os oficiais de Hitler iriam discutir sobre a situação do exército alemão na frente oriental. A estratégia montada previa que a mala com as bombas seria colocada perto do lugar onde Hitler se sentaria, onde ao ser detonada mataria a todos, menos o Coronel Stauffenberg que tinha o álibi preparado para se ausentar da sala de reunião para atender uma suposta ligação, antes da explosão da bomba.
Em 20 de julho de 1944, surgiu a segunda chance para aniquilar o líder nazista. Seria durante uma reunião de o alto comando militar alemão na Toca do Lobo, o quartel-general secreto de Hitler. Strauffenberg levou para o local duas bombas de detonação tardia escondidas em uma maleta.
Ao entrar na sala, Stauffenberg posicionou-se perto de führer e colocou a maleta sob a mesa, bem perto de seu “alvo”. Em seguida, sob pretexto de atender a um telefonema, ele saiu da sala e se mandou da Toca do Lobo. Minutos depois, a explosão lançou tudo pelos ares, matando quatro dos 24 presentes. Hitler, porém, sobreviveu milagrosamente, só com pequenas escoriações. Dois fatos contribuíram para o fracasso do plano; por acaso, a maleta for afasta de führer por um general, e apenas uma das bombas explodiu.
 Podemos comprovar melhor esses fatos mostrados no texto pelo filme "Operação Valquiria", que nos conta claramente o que ocorreu.

O Filme
Em 1943, na Tunísia (África), o coronel Claus von Stauffenberg ( Tom Cruise) é ferido gravemente numa missão fracassada do Terceiro Reich e perde um olho, a mão direita e dois dedos da esquerda. Ele retorna à Alemanha, cheio de ira contra o regime assasssino de Hitler. Ao chegar se envolve num esquema que visa acabar com o governo atual e por em prática um plano já existente (Operação Valquíria). Esse plano inicialmente traçado para uma emergência (no caso da Alemanha ser bombardeada em massa), se adéqua a revolta do grupo contra as atitudes ditatoriais de Hitler e também prevê a implementação de um novo governo após a morte do mesmo. O coronel Claus adquire a confiança do grupo rebelde de oficiais e é encarregado de cometer o assassinato de Adolph Hitler. Ele coloca uma bomba numa maleta embaixo da mesa de Hitler em seu quartel-general na Prússia em 20 de julho de 1944. O plano porém não foi meticulosamente traçado, muitos desconhecimentos técnicos e primários fizeram-no falhar, como por exemplo o fato da mesa ser resistente (de madeira maciça), o que não só salvou a vida do ditador,como também gerou como resultado a execução do coronel, de seus cúmplices e a prisão de milhares de soldados e pessoas supostamente envolvidas com o plano. Hitler apenas se feriu levemente. O filme "Operação Valquíria" é histórico, baseado em fatos reais e conduzido pelo diretor Bryan Singer. O drama aborda a revolta contra o nazismo, a Segunda Guerra e as atrocidades cometidas a mando de Hitler. Sugere também uma tentativa de heroísmo para acabar com a ditadura que tinha inimigos no próprio exército alemão, fileiras que ainda mantinham a ideologia do dever à Alemanha e ao povo. O filme instrui porque narra acontecimentos ligados aos nazistas, mas peca por omissão, porque muitos personagens da história mereciam um destaque maior. A interpretação de Tom Cruise é marcada por um excessivo distanciamento. Embora necessário e compreensível pela época, o tom frio e impessoal é exagerado, porque rouba do personagem o lado humano e passível de sentimentos.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

PESQUISA EM GRUPO (Pág. 37 - Apostila Vol. 1)

The Boy in the Stripped Pyjamas (O Menino do Pijam Listrado)
Lançamento: 12 de dezembro de 2008.
Produzido: EUA, Reino Unido.
Ano de produção: 2008
Dirigido por: Mark Herman
Atores: Asa Butterfield(Bruno), Vera Farmiga (Mãe de Bruno), David Thewlis (Pai de Bruno), Zac Mattoon O’Brien (Leon) ,Domonkos Németh (Martin), Henry Kingsmill (Karl).
Gênero: Drama
Roteiro: Mark Herman, baseado em livro de John Boyne.
Duração: 92 min

Sinopse: Alemanha, Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista (David Tewlis) que assume um cargo importante em um campo de concentração. Sem saber realmente o que seu pai faz, ele deixa Berlim e se muda com ele e a mãe (Vera Farmiga) para uma área isolada, onde não há muito o que fazer para uma criança com a idade dele. Os problemas começam quando ele decide explorar o local e acaba conhecendo Shmuel (Jack Scanlon), um garoto de idade parecida, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado de uma cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez mais, a visitá-lo, tornando essa relação mais perigosa do que eles imaginam.



 
                                    Hitler: The Rise of Evil (HiItler A Ascensão do Mal)
Produzido: EUA, Canadá
Ano de produção: 2003
Dirigido por: Chrstian Duguay
Gênero: Biográfico e Histórico
Atores: Robert Carlyle (Adolf Hitler), Stockard Channing (Klara Hitler) Jena Malone (Geli Raubal), Julianna Margulies (Helene Hanfstaengl, entre outros.

Sinopse: Linz, Áustria, 1899. Quando tinha 10 anos Adolf Hitler (Robert Carlyle) já exibia um comportamento anti-social, que foi detectado pela família e amigos. Sendo apenas adorado por sua mãe, Klara (Stockard Channing), que pensa que ele é um menino normal. Quando se torna um adolescente Hitler aspira se tornar um grande artista, apesar das objeções da sua agonizante mãe, que tinha câncer nos seios. Em 1907 tenta ser aceito na Academia de Artes Visuais em Viena, mas é rejeitado. Imensamente desapontado e zangado, é nesta época, que Hitler ouve um discurso anti-semita proferido por Karl Lueger (Richard Haas), o prefeito de Viena. Ele começa a aderir às teorias de Lueger, que dizem que os judeus são culpados por tudo aquilo que está errado na Alemanha. Sem casa, emprego e apenas com uma pequena herança do seu falecido pai, mas com um frenético patriotismo, Hitler se une ao exército alemão quando em 1914 estoura a Grande Guerra. Apesar de pressionar os superiores, ele acaba ganhando a Cruz de Ferro, a maior honraria que um soldado alemão poderia receber, e se consterna ao saber da rendição incondicional do exército alemão. Munique, Alemanha, 12 de setembro de 1919. Hitler conhece os membros do Partido Alemão dos Trabalhadores ao agir como espião para o exército, que quer se resguardar contra possíveis rebeliões. Quando Hitler diz suas opiniões sobre a pureza da raça alemã em uma reunião é convidado a se juntar ao grupo, do qual se torna orador. Ele encontra uma audiência ávida, que luta contra a indiferença, invasores estrangeiros e principalmente os judeus, que são considerados a maior ameaça para a Alemanha. Ernst Hanfstaengl (Liev Schreiber), um alemão que vivia na América, e sua esposa Helene (Julianna Margulies) formam um aristocrático casal, que retorna à Alemanha quando Hitler está se tornando mais popular entre as massas. Quando Ernst conhece Hitler vê uma oportunidade para usá-lo em proveito próprio para defender seus grandes interesses. Ele se torna conselheiro de Hitler e, por sua sugestão, Hitler adota o pequeno bigode que se tornou sua marca registrada e a suástica, que com o tempo virou um símbolo de opressão. Ernst convida Hitler para ir à sua casa para jantar com ricos alemães, mas nem Ernst, Helene ou nenhum dos convidados estavam preparados para as observações de Hitler, que anuncia a necessidade de matar os judeus. 

 

Europa Europa (Filhos da Guerra)
Ano de produção: 1991
Atores: Marco Hofschneider, Julie Delpy, André Wilms, René Hofschneider, entre outros.
Direção: Agnieszka Holland.
Duração: 107 min.
Distribuição: Spectra Nova
Sinopse: Está é a incrível história de Solomon Perel, um jovem que sobrevive ao Holocausto escondendo sua identidade judaica e paradoxalmente, encontrando refúgio junto à Juventude Hitlerista. Sua trajetória começa quando sua família alemã, mas de origem judaica, é perseguida pelos nazistas e se refugia em Lodz, na Polônia. Com a invasão, o que parecia ser o começo de uma vida tranqüila, rapidamente se transforma em um grande pesadelo. Perel consegue fugir levando seu irmão, mas acaba se perdendo dele e busca refúgio entre os bolcheviques. Depois, ele é trasnferido para um orfanato na região leste da Polônia. Mesmo assim, acaba sendo capturado pelos nazistas. Sua única alternativa é se alinhar ao exército de Hitler e para isso tem que esconder sua verdadeira identidade.

PESQUISA lNDIVIDUAL (Apostila Vol.1, pág. 27)

a) Kerensky (1881-1970): Ministro de guerra  que tornou-se líder do governo russo em cargo provisório.
b) Nicolau II (1868-1918): Foi um czar russo que incentivou a Industrialização em sua monarquia. Era estremamente abslutista e lideroa o país durante o ínico da Primeira Guerra Mundial.
c) Lenin (1870-1924): Principal lider dos Bolcheviques. Se governo na Rússia iniciou em 1917.
d) Trotsky (1879-1940): Era um dos líderes do Partido Comunista russo. Foi derrotado por Stalin na disputa para o poder de líder da URSS após a morte de Lenin.
e) Stalin (1878-1953): Era um secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética (PCURSS) e líder da URSS após morte de Lenin.

PESQUISA EM GRUPO (Pág. 18 Apostila Volume 1)

Principais Blocos envolvidos na Primeira Guerra Mundial:

Bloco da Tríplice Entente
Bloco da Tríplice Aliança
Inglaterra
Alemanha
França
Áustria-Hungria
Rússia
Itália

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

PESQUISA EM GRUPO (página 23)

Emigrantes Japoneses
País de Origem: Japão
A imigração de japoneses iniciou-se em 18/06/1908, quando o navio Kasato Maru desembarcou os primeiros imigrantes no porto de Santos. Geralmente suas buscas eram trabalhos para a substituição da mão-de-obra escrava.
A década de 30 até a Segunda Guerra Mundial, foi o período de maior fluxo migratório de toda a história da imigração japonesa no Brasil, inclusive na região sudeste. Além de imigrar para essa região eles também imigravam para: Santa Catarina e Mato Grosso ao Sul, regiões Norte e Nordeste do país.
Esses imigrantes sempre estavam em busca de melhores condições no trabalho e na vida, assim que aqui chegavam, os trabalhadores japoneses eram conduzidos para as terras adquiridas pelas companhias de imigração ou núcleos de imigrantes. Cultivavam, principalmente, os produtos de interesse da economia japonesa, como o algodão, fundamental para a indústria têxtil japonesa que então nascia. Esta era uma fonte de tornar rentável o investimento das companhias estatais de imigração.
Porém, com o passar do tempo, sua produção se diversificava nos produtos para o auto-abastecimento e o abastecimento das regiões onde viviam: cultivaram hortaliças, arroz, casulos de bicho-da-seda, chá, pimenta do reino, etc 
Para tentara manter aspectos de sua cultura eles adotaram certas : 
* sobre a culinária, muitos japoneses plantavam em casa alimentos típicos do seu pais  e também adaptaram-se ao gosto dos alimentos do país.
* para manter a sua identidade cultural, a comunidade nipônica no Brasil manteve-se fiel ao Shindô, que é a incorporação da tradição religiosa japonesa ligada ao mito de origem imperial do Japão.
*sobre o idioma, grande parte das novas gerações não falam o japonês.
para as jogos, houve uma influencia inversa: os japoneses influenciaram os brasileiros através de sua alta tecnologia e genialidade com relação a eles.
 Em São Paulo, na região central existe um bairro que possue sua maioria de moradores japoneses, no local existem pilastras vermelhas com as inconfundíveis lanternas japonesas e um jardim oriental. Os letreiros das lojas que se multiplicam em cada quarteirão misturam o idioma japonês ao português da mesma forma como os senhores que conversam nas calçadas. Os imigrantes se estalaram no local por aquele cantinho da cidade por haver moradias baratas e por facilitar a sua locomoção para os diversos locais do estado.

Fontes: IBGE e Intercom .